terça-feira, 21 de junho de 2011

Um novo tempo....




















E ai passaram as tempestades e um novo tempo se anuncia...
Um tempo de paz, de tranquilidade, de felicidade e de um novo amor...
Para trás deixei as saudades, as tristezas, as mágoas, a sensação de abandono, os medos e tantos outros sentimentos que só andavam me fazendo mal.
Ficou uma mulher diferente, mais autêntica, mais verdadeira, mais eu mesma... não sem cicatrizes é claro, mas bem mais luminosa que anterior! É como se uma águia tivesse aberto as asas e se lançado aos céus... o passado já passou e nunca mais vai voltar! O futuro me abriu os braços em uma doce promessa de felicidade... e foi ai que voei em direção ao novo, ao desconhecido e para este feliz presente onde estou!!! E que este presente seja um futuro de felicidades, conquistas, paz e muito amor.
Eu caminhei muito para chegar até aqui, por caminhos bem complicados por vezes, mas se Deus me deixou chegar até este ponto... com certeza foi para ser feliz!!!!

Claudia

sábado, 7 de maio de 2011

Um novo tempo...


Eu sou uma guerreira: minha espada é o amor, meu escudo o humor, meu espaço a coerência e meu texto a liberdade. Neste espaço que é a vida não vim como flor frágil, e sim vim como um girassol: flor forte que cresce , sobrevive em condições que matariam flores frágeis e floresce nas intempéries. Nasci com esta marca de sobreviver sempre, a tudo que me acontecer e apesar todos que por mim passarem e cicatrizes deixarem ... E mesmo que me reduzam a cinzas, tenham a certeza , que vou renascer ! Tenho alma de fênix!!!
Eu aquela mulher meio menina e meio mulher; um tanto séria e um tanto moleca; por vezes segura e em outras imatura; uns momentos sol, em outros lua; às vezes uma águia, outras um morcego, ou mesmo um lobo com sede de viver; uns momentos mar calmo, em outros um mar revolto; um tanto doce, mas muitas vezes pimenta... Talvez este seja o preço de quem sobrevive!!!! Carregar em si uma dualidade eterna...
Muito machucada pela vida, mas sempre pronta para levantar e sorrir. E com sorriso nos lábios e de peito aberto vou viver a vida sem pressa , mas até seu último gole!
E que agora o passado vire passado e o futuro abra suas portas... estou pronta para entrar numa nova vida!!!! E que nesta nova etapa se manifeste o lado sereno de uma Cláudia segura de si e do que quer...

Quem sou? Fragmentos de mim rolam em mil frases...


“Eu sou aquela mulher que fez a escalada da montanha da vida removendo pedras e plantando flores”. Cora Coralina, poetisa
Você já foi ousada; não permita que a amansem”. Isadora Duncan, bailarina
“Aprendi com as primaveras a me deixar cortar para poder voltar inteira”. Cecília Meireles, poetisa
“Amor é como mercúrio na mão. Deixe a mão aberta, e ele permanecerá; agarre-o firme, e ele escapará”. Dorohty Parker, escritora
Você não pode escolher como vai morrer ou quando. Você só pode decidir como vai viver agora.” Joan Baez, cantora
Nada na vida deve ser temido, somente compreendido. Agora é hora de compreender mais, para temer menos”. Marie Curie, física
“Quando nada é certo, tudo é possível”. Margaret Drabble, escritora
“Quem não sabe chorar de todo o coração também não sabe rir”. Golda Meir, estadista
Nunca se deve engatinhar quando se tem o impulso de voar”. Helen Keller, escritora e educadora
E neste misto de fragmentos... ai estou: meio menina e meio mulher; um tanto séria e um tanto moleca; por vezes segura e em outras imatura; uns momentos sou sol, em outros sou lua; às vezes uma águia, outras um morcego; muito machucada pela vida, mas sempre pronta para levantar e sorrir; um tanto doce, mas muitas vezes pimenta; sobrevivente da vida sempre.. com sorriso nos lábios e de peito aberto para viver a vida sem pressa até seu último gole!

MEMÓRIAS DE UMA FAMÍLIA


Fotos de uma família? Que rica experiência e assim fui aos álbuns de minha família e busquei fotos que mais me marcavam ou impressionavam. A foto do primeiro Sallaberry de minha família paterna no Brasil, sendo ele francês bisavô de meu pai. Por que esta? Fora a pose imponente, a história dele sempre me fascinou.
A foto, não possui data precisa, apenas estimada, pois sabemos que Domingos Sallaberry chegou ao Brasil acompanhando a Companhia Francesa que veio construir os molhes do Rio Grande e aqui acabou ficando e constituindo família. Esta foto é daquelas que levam a uma aventura, pois apesar da pose fotográfica característica, a história deste antepassado flutua no imaginário de sua descendência. Domingos Sallaberry, veio para o Brasil como marceneiro junto com seu tio materno, para não servir ao exército francês. No Brasil, veio parar nas pedreiras do Capão do Leão, pois a Companhia Francesa também construiu a estrada de ferro. Em suas andanças, casou-se com uma brasileira, comprou terras entre Herval e Arroio Grande e gerou seus descendentes. Um fato, o torna um herói no meu imaginário: ter sido convidado pelo tio para voltar à França e rever os seus familiares. Ao retornar para o Brasil precisou de recursos econômicos para viajar que o fez trabalhar em um navio como grumete. O navio acabou sua viagem no Chile e ele veio continente a fora para reencontrar a família, parando para trabalhar e arrumar um pouco de dinheiro, e depois seguindo em frente. Enquanto isto, no Brasil, diziam a sua esposa que o “francês” se fora para nunca mais voltar e que para ela só restava se conformar. Mas, ela nunca duvidou que ele voltaria, e um dia o viu surgir entre as coxilhas, cheio de saudades e aventuras. Foram as histórias familiares que me levaram a escolha desta foto com certeza, pois mesmo imóvel, a imagem me conta novamente a aventura quando a revejo.

Esta foto antiga, além de povoar meu imaginário infantil, me fascinou a vida inteira, principalmente quando íamos lá fora e o pai me mostrava as ferramentas de Domingos Sallaberry e seus trabalhos. Quis a vida, que eu, fascinada por desenho, trabalhando do IFSul, antiga ETFPel, começasse a trabalhar no Curso de Design de Móveis e na sua marcenaria. Como meus amigos brincam, devo ter sangue de cupim. E veio na necessidade de cursar um mestrado, e o Mestrado em Memória Social e Patrimônio Cultural me fascinou. Mas qual tema? Uma noite, depois de dar aula, vinha dirigindo e uma idéia me veio a mente... a vida de Domingos Sallaberry. Ali, naquela noite fria, nasceu a idéia de minha dissertação, trabalhar com os marceneiros franceses que imigraram para o Brasil, assim como ele... Por variados motivos, não pude incluí-lo na pesquisa, mas é a ele que dedico meu trabalho.

Cláudia Campos Ribeiro
Março 2010

Eles... sempre juntos!!!

Nós e o Pulginha...


Poof e nós